sábado, 18 de novembro de 2017

Expedição Yaripo

Sempre soubemos e sempre ouvimos por aí que o que não conhecemos não sentimos falta, não preservamos.

De nada adianta falar de conservação dos Parques, manejo das Unidades de Conservação, se não sentimos por elas, não nos envolvemos com as Comunidades Tradicionais que ali habitam.

Mas quem são os atores do Parque Nacional do Pico da Neblina? Quem são os principais protagonistas desse Estado grandioso que é o Amazonas? Quais são os coadjuvantes das Montanhas, Federações e Confederações? Reunião de planejamento.

Os Yanomami de Ariabú, Maturacá juntos aos montanhistas da CBME-FGM, em prol do manejo, da conservação e do ecoturismo, partem neste domingo para a expedição denominada "Expedição Yaripo CBME", onde serão realizadas ações de manejos na trilha de acesso ao ponto mais alto do Brasil. Colocação de degraus de aço em alguns trechos verticais, para assegurar o mínimo impacto da visitação e reduzir os riscos de acidentes em locais remotos em um uso social correto e consciente.

Mas além destes objetivos práticos, a conversa se estenderá para respondermos a pergunta: quem são mesmo os atores?

Estaremos vivenciando um intercâmbio com as comunidades mais sobre técnicas de resgate, ecoturismo, equipamentos, e, a cultura e modos de vida local,  e conservação. Ensinaremos e aprenderemos sobre convivência. E concluiremos com certeza, a luz de pesquisadores, estudantes, visitantes futuros, somos todos nós, não só atores, mas responsáveis, astros principais, do futuro de toda e qualquer região brasileira, toda e qualquer terra que pisamos, todo ambiente o qual usufruímos e fazemos parte. Somos atores, todos nós. E juntos deixaremos um grandioso legado àquela montanha.

Este projeto conta com o apoio da Associação Yanomami do Rio Cauaburis (AYRCA), Associação das Mulheres Yanomami (AMY Kumirãyõma), Hilti, ICMBio, FUNAI, Exército Brasileiro e Instituto Socioambiental.

Yaripo!!!

Texto: Ale Arriada, com a colaboração de Gil Pereira (ambos FGM)

sábado, 11 de novembro de 2017

Release AGO, 05/11/2017

No dia 05/11 último, foi realizada a AGO da FGM na RPPN Fazenda Morro de Sapucaia. Nessa Assemblea, foram apresentados os balanços financeiros e ações da gestão 2016/2017. Seguindo a pauta, foi apresentado o novo grupo de trabalho e os programas pretendidos pelos mesmos a serem implementados na gestão 2018/19.
Além disso, foi comunicado as ações junto a CBME que estão em andamento.
A nova Diretoria é constituida por:
Presidente: Nelson Brugger - ACM
Vice Presidente: Betina Carminatti
Secretario: Tiago Santos - ACM
Dir. Meio Ambiente: Gil Pereira
Dir. Financeiro: Patricia Costa - AMES
Dir. Eventos: Bruno Schmidt - AMES
Dir. de Competições: Fil Giuriatti
Dir. Técnica: Paulo Russel - ACM
Dir. de Comunicação: Lisiane Pedroni - ACM
Conselheira: Alessandra Arriada
E o Conselho Fiscal, foi renovado. Juliano Perozzo - ACM recebe o apoio do Andre Sette - AMES e da Claudia de Almeida - AMES, para validar as contas da Federação nesta gestão que se inicia.
Se fizeram presente representantes das associações filiadas (ACM e AMES), bem como montanhistas filiados diretos.
FGM - Trabalhando pelo montanhismo gaúcho.

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

CONVOCAÇÃO DE ASSEMBLEIA ORDINÁRIA DA FGM/2017 (ATUALIZADO)


Prezados,
Em novembro teremos a nossa Assembleia Ordinária, conforme previsto em nosso estatuto. Ela é aberta a todos os montanhistas do estado, mas o direito a voto, segue o estatuto, estando restrito aos entes filiados.

Porto Alegre, 05 de Novembro de 2017 (domingo)
Memorando 01/2017
EMENTA: CONVOCAÇÃO DE ASSEMBLEIA ORDINÁRIA DA FGM

A FGM convoca as entidades filiadas e todos os montanhistas gaúchos, filiados ou não a Federação Gaúcha de Montanhismo, adeptos de quaisquer modalidades do esporte, em suas manifestações competitivas e de lazer a se reunirem em Assembleia Geral Ordinária no dia 05 de novembro (domingo) de 2017, às 14hs, na RPPN Fazenda Morro de Sapucaia (saiba como chegar, no link: https://goo.gl/maps/6SiDTrWG9vu), a fim de tratarem da seguinte ordem do dia:

  1. Prestação de contas - gestão 2016/2017
  2. Relações institucionais
  3. Eleição da diretoria 2018-2019
  4. Assuntos gerais

Durante o processo de eleição, os filiados em dia com suas obrigações estatutárias, poderão se candidatar aos cargos e serão eleitos por maioria absoluta de votos dos presentes ou por aclamação.

Relação das filiadas com direito a voto:
  1. Associação Caxiense de Montanhismo - ACM
  2. Associação de Montanhistas de Esteio - AMES
At,
Gestão 2016-2017

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

O PARQUE DOS MORROS – MESA REDONDA: ASE-FGM-CBME-SMA

Com muita satisfação divulgamos o debate sobre o uso público das áreas do Parque Natural Municipal dos Morros, envolvendo as instituições ASE (Associação Santa-mariense de Escalada), FGM (Federação Gaúcha de Montanhismo), CBME (Confederação Brasileira de Montanhismo e Escalada) e SMA (Secretaria de Meio Ambiente de Santa Maria/RS). Leia mais em: https://escaladasm.wordpress.com/2017/09/27/o-parque-dos-morros-mesa-redonda-ase-fgm-cbm-sma/

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Federação Gaúcha de Montanhismo
Fundada em 24 de junho de 2000

MANIFESTAÇÃO DA FEDERAÇÃO GAÚCHA DE MONTANHISMO PARA AS AUDIÊNCIAS PÚBLICAS A SEREM REALIZADAS NOS DIAS 22, 23 E 24 DE NOVEMBRO DE 2016 NOS MUNICÍPIOS DE SANTANA DE BOA VISTA, BAGÉ E PINHEIRO MACHADO‐RS, A RESPEITO DO EMPREENDIMENTO DE MINERAÇÃO EM MINAS DO CAMAQUÃ,  CAÇAPAVA DO SUL – RS.

A Federação Gaúcha de Montanhismo é a entidade máxima do esporte que compreende caminhadas, escaladas, o excursionismo e a fruição dos ambientes naturais, sendo filiado a Confederação Brasileira de Montanhismo e Escalada (CBME) e através desta ao órgão Máximo do Esporte, a União Internacional das Associações de Alpinismo (UIAA). Esta rede de entidades tem longa tradição na proposição e no acompanhamento de políticas ambientais que mantenham a integridade da paisagem e o contato do homem com seu meio. Não por acaso, uma das primeiras regiões de escalada no RS foi justamente esta região nos anos 1950, sendo pelo mesmo motivo, palco da fundação de nossa entidade.

Nestes quase 60 anos de explorações na região, montanhistas gaúchos conheceram o produtor rural, que sempre nos recebeu muito bem, a mineração e seus impactos, desenvolveram técnicas próprias e viram o passar do tempo pelos montes e a modificação da paisagem, que como a história, não permite a parada do tempo. Desta forma, nos outorgamos uma posição privilegiada de observadores e agentes do território, pois somos os do interior e os da capital, somos os doutores e os vadios da pedra, somos de esquerda, de centro e de direita, mas prezamos o processo democrático, a mediação e sobretudo somos MUITO COMPROMETIDOS COM O AMBIENTE.

Dito isso, é importante salientar, que entendemos não ser possível a vida contemporânea, tal como a conhecemos hoje no Brasil, onde mais de 80% da população mora em centros urbanos, sem os produtos da mineração. Mesmo nosso esporte, exige implementos que são produtos indiretos desse setor. Sabemos que o país atravessa uma difícil crise financeira, acompanhada de grande redução de postos de trabalho. Entendemos ainda, que a crise ambiental é sistêmica, não adiantando salvar “jardins” isolados a não ser que estes resultem em melhorias socioambientais para além de suas fronteiras. Por outro lado, reconhecemos que os históricos do setor da mineração são problemáticos, particularmente os recentes de Mariana. Desta forma, a FGM constituiu um grupo de trabalho (GT) interno para analisar o EIA/RIMA e principalmente, cenários contextuais para a região.

Muitos de nós, não têm dúvidas que muitas outras alternativas de menor impacto ambiental negativo, poderiam já estar encaminhadas, mas infelizmente, também sabemos que as forças governamentais que as poderiam alavancar não se mobilizarão apenas caso o projeto em tela não se realize. Desta forma, sintetizamos nossas dúvidas e questionamentos em poucos pontos focais, onde julgamos incipiente o EIA/RIMA:

1) A ausência de EIA das redes elétricas de alta energia necessárias ao empreendimento.

2) A inexistência de estudo de impacto ambiental da captação da água do Rio Camaquã. É imperioso, o uso de séries históricas (dados quantitativos) e de informações de enchentes e períodos de estiagem (relatos escritos e orais de antigos moradores identificados, dados qualitativos) para ser possível avaliar a viabilidade de uso da água pelo empreendimento, sem riscos a toda a bacia do rio. Ressalte‐se que a inobservância de informações qualitativas, foi associada a inúmeros empreendimentos mal sucedidos e até catástrofes, como verificados em enchentes na Itália, ou em locais onde a informação científico‐quantitativa era de pouco alcance ao passado e as outras formas de conhecimento (ARMIERO, 2006).

3) Entendemos como incipiente as considerações do estudo à cerca dos riscos à saúde humana e sua mitigação, caso um cenário desfavorável e imprevisto ocorra. É importante lembrar ainda, que nesta área de empreendimento, os riscos potenciais são mais amplamente distribuídos que os benefícios, e estes aprofundamentos devem considerar a busca deste equilíbrio.

4) Acreditamos, que no modelo vigente de compensação ambiental ao que é coletivo, pelo particular, ao qual, entende‐se haver muitas limitações, a melhor compensação seria o investimento na dinamização econômica do território, pelo desenvolvimento de seu potencial turístico, pela valorização dos modos tradicionais, responsáveis em grande medida pela qualidade de conservação ainda vislumbrada na região. Em síntese: Conservar sua natureza, as condições de vidas pelos modos tradicionais do homem do campo da região e alavancar a marca da região como polo/rota do turismo de baixo impacto, de resgate histórico‐cultural, valorizando pequenos empreendedores locais, e de experiência autêntica da vida de nossos ancestrais. Este desenvolvimento cumpre muitas funções, interdependentes e que devem ser harmonizadas, mas trata‐se de viabilizar a economia, para o período simultâneo e posterior ao empreendimento em tela. Há muitas possibilidades na mesa a este respeito, tendo a empreendedora, “dado a entender” sua disposição, mas é preciso a costura transparente, inclusiva e democrática de tal projeto, para equilibrar mais que riscos e benefícios, a distribuição mais igualitária dos mesmos.

Temos notícias de que espeleologistas da Sociedade Brasileira de Espeleologia e ambientalistas e populações locais da Mata Atlântica têm trabalhado em conjunto com a empreendedora Votorantim. Neste sentido esperamos que mais que resumir o presente debate ao mero cumprimento da lei (caduca e desnuda, em grande parte frente a Realidade Maiúscula de Mariana‐MG), e as decisões de gabinete (que em última instância levaram o nome SAMARCO para baixo da terra, arrastando tudo e todos pelo caminho), buscamos um processo continuado, democrático onde entendimentos e soluções possam preferencialmente buscar o consenso.

Porto Alegre, 20 de novembro de 2016.

Federação Gaúcha de Montanhismo


Referências
ARMIERO, M. (2006). VIEWS FROM THE SOUTH:ENVIROMENTAL STORIES FROM THE MEDITERRANEAN
WORLD (19TH & 20TH CENTURIES). Consiglio Nazionale delle Richerche.

Download .pdf: https://goo.gl/fzQ7sm
NOTA DE ESCLARECIMENTO DA FGM

Pessoal, durante o dia de hoje, houve postagens no Facebook, com citações difamatórias com relação a FGM, e ao diretor de meio ambiente Nelson Brügger. Diante disso esclarecemos:

Através da demanda da comunidade de montanhistas, a FGM iniciou um debate sobre a mineração em Caçapava do Sul.

Deixamos claro que a FGM não se manifesta sobre qualquer assunto antes de analisar o conteúdo e contexto, não trocamos nosso posicionamento por benefícios e não carimbamos documentos prontos unilateralmente como nos fora proposto. 

Diante disso, em 20 de outubro, foi realizada uma reunião, chamada pela FGM, na sede da filiada AGM, onde foram convidados interessados a discutir o assunto, com participação de montanhistas da AGM, AMES, ACM e não filiados. Criou-se um Grupo de Trabalho - GT, para analisar os documentos EIA/RIMA (Estudo de Impacto Ambiental / Relatório de Impacto ao Meio Ambiental) e elaborar uma manifestação PARA AS AUDIÊNCIAS PÚBLICAS, convocada pela FEPAM.

A FGM, com a presença de Nelson Brügger e Tiago Santos (presidente da FGM) se manifestou hoje na Audiência Pública em Santana da Boa Vista, em acordo com o documento consolidado a partir do trabalho do GT, com ciência deste, e teve seu suposto teor comentado e postado no Facebook por pessoas que NÃO ESTAVAM PRESENTES, ou seja, receberam informações de outrem, sem saber o real conteúdo, antes de acabar a audiência.

Importante salientar que a Audiência Pública é regulamentada por: 

• Resolução CONAMA 009 DE 1987, que dispõe:
“A audiência pública referida [...], tem por FINALIDADE expor aos interessados o conteúdo do produto em análise e de seu referido RIMA, DIRIMINDO DÚVIDAS E RECOLHENDO DOS PRESENTES AS CRÍTICAS E SUGESTÕES a respeito.”

• Lei Estadual 11520 de 2000, que dispõe:
“NÃO VOTAÇÃO DO MÉRITO do empreendimento do EIA/RIMA, restringindo-se a finalidade das audiências à escuta pública.”
Portanto, não constitui a audiência um espaço de referendo ou plebiscito, ou seja, cabem comentários, sugestões e críticas ao EIA/RIMA, mas não manifestações de mérito.

No link abaixo está o posicionamento da FGM manifestado na Audiência:
https://goo.gl/fzQ7sm

Seguimos a disposição para esclarecimento, através do diálogo RESPEITOSO e DEMOCRÁTICO e reiteremos nossa confiança no comprometimento do diretor Nelson Brügger.

Diretoria FGM

sexta-feira, 24 de junho de 2016

16 anos de FGM


Há exatos 16 anos, nascia nossa linda Guria! Não nasceu em berço de ouro e tampouco de uma relação, digamos.... tranquila, em nossa família. Em sua infância, viveu muitas idas e vindas, viu e ouviu muitas histórias, ora se submeteu as ordens de uns, ora de outros e por vezes quase fugiu de casa! Ufa, isso passou!

Muitas vezes os familiares, sempre eles, com as melhores intenções a conduziram contra sua vontade. Como muitas crianças, passou bom tempo isolada de colegas da mesma idade, restrita ao núcleo familiar, por precaução dos pais zelosos que sempre temem as más companhias. Por vezes, primos e primas com ela disputaram o protagonismo familiar, como se cada um na família não tivesse seu próprio espaço e sua própria luz. Alguns primos se afastaram, deixando saudades, outros recentemente se aproximaram, como ocorre em qualquer família.

Mas hoje, ao completar 16 anos, essa moça mostra ao que veio: apesar das intenções de todos (inclusive do que agora escreve e veste a carapuça!), mostra o vigor de sua juventude, mostra sua saudável rebeldia adolescente e deixa muito claro que não será conduzida por um, ou por outro. Ensina a nossa família, a importância da autonomia e da emancipação que ela vem conquistando. Circula entre seus pares, procurando se inteirar dos laços mais amplos, aprender com as diferenças e contribuir fortalecendo e ampliando este sentido de identidade e pertencimento de todos nós, que nos encontramos nas montanhas e paredões, não só do RS, mas do Brasil e mundo a fora. É engraçado como para os olhos de uma prima mais jovem e distante ao norte, ela parece mais velha, mais experiente e até umas farras já ensaiaram! E essa expansão de horizontes, própria dessa fase da vida, não deve ser confundida como perda de raízes! Pois uma coisa que nossa jovem sabe muito bem, é onde ela nasceu e que suas tradições não podem ser confundidas com amarras, muito pelo contrário.

É vida que segue, é mudança e permanência, são uns passando funções cumpridas e assumindo funções outrora conduzida por outros, e isso não só é lindo, mas inevitável.

É verdade, que não conquistou sua maturidade financeira, mas mostra, que como jovem saudável, esta virá do amadurecimento em curso. Da aceitação e da passagem de sua adolescência para a maturidade, sem nunca contudo, perder sua juventude! Viva nossa linda jovem, que desabrocha, de melenas ao vento, como cabe aqui no RS. Parabéns a Federação Gaúcha de Montanhismo!

segunda-feira, 7 de março de 2016

Convite para a Inauguração da Revitalização do Parque Salto Ventoso



12 de março, ocorrerá oficialmente a entrega da revitalização do Parque Salto Ventoso à comunidade. As obras foram realizadas pela Prefeitura de Farroupilha, por meio da emenda parlamentar e recursos próprios. Os investimentos ultrapassam os R$ 430 mil. Quem frequenta o local já pode ver diversas melhorias em toda a estrutura. Saiba mais: www.farroupilha.rs.gov.br.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Federe-se!


Federar-se é importante e todos os esportes tem uma federação. Mas o que a federação faz e por que se manter federado?


Estar federado é dizer que está a favor do crescimento do esporte. A federação como representante de todos os praticantes, federados ou não, luta para regulamentar competições, manter locais abertos para a prática do esporte, apoia associações e clubes em suas atividades e ajuda a manter o esporte em dia com a sociedade, representando junto ao poder público todos os praticantes. Ao manter a federação ativa, você garante que interesses comuns sejam mantidos e representados a nível nacional junto a CBME, que representa o esporte a nível nacional.

Procure um clube/associação que mais se aproxime dos seus ideais e ajude a manter-se em dia com a federação. Ou filie-se diretamente a FGM, através do formulário: http://goo.gl/forms/nyayXaHBa8.

Sua participação é extremamente importante para que tenhamos o montanhismo forte e respeitado no estado, no Brasil e no mundo!

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

ATA e ESTATUTO - Assembleia Ordinária da FGM


Prezados montanhistas,
Ainda em tempo, disponibilizamos a todos os documentos gerados durante a nossa Assembleia Geral, ocorrida em 14 de novembro de 2015.

Foi árduo, mas o resultado final foi aprovado com louvor. Conseguimos a aprovação, pelo Conselho Fiscal, sobre as contas da gestão anterior. Atualizamos o Estatuto que se mantinha inalterado desde a fundação da FGM, em 2000. Elegemos a Diretoria que regerá a próxima gestão da FGM: Tiago Santos com presidente, Felipe Giuriatti como vice-presidente, Betina Carminatti como secretária e tesoureira, Nelson Brugger como diretor de meio ambiente e Gilvan Pereira como diretor de comunicação.

Para consultar os documentos elaborados nesta assembleia, baixe-os nos links abaixo:
- Ata da Assembleia Ordinária da FGM
- Estatuto aprovado na Assembleia Ordinária da FGM

Em 2016, os trabalhos continuam. Rumo a escalada do montanhismo gaúcho!